A Técnica

RessonanciaPessoal

Registro: INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial) N° 20182000506329

Direitos Nacionais Biblioteca Nacional

Criada e desenvolvida por Prof. Dr. Idalino Almeida em 1998, a RPP (Ressonância Pessoal Psicoterapêutica®) é uma psicoterapia de caráter transpessoal, que trabalha com a ressonância das ondas cerebrais do Paciente (Ressonado) e do Coterapeuta (Ressonante), via intercomunicação dos inconscientes de ambos, dentro de um contexto terapêutico conduzido por um Terapeuta treinado na técnica RPP®. Esta tecnologia de ponta também é usada para fazer regressão à distância com pessoas impossibilitadas de ir ao consultório, ou seja, pessoas em coma; idosos; crianças, bebês e recém-nascidos; pessoas com vícios; autistas e muitos outros casos.

Ela funciona como uma translocação de consciência e uma intercomunicação entre cérebros de pessoas, através de ondas cerebrais. Em alguns casos, é realizada utilizando uma terceira pessoa (Ressonante ou sintonizadora), que precisa passar por um teste prévio, realizado pelo Terapeuta, para saber se seu cérebro alcança a frequência cerebral necessária para o processo. Com a Técnica da Ressonância, o Terapeuta acessa o inconsciente de seu Paciente (Ressonado) que está distante, através do cérebro da pessoa que estará intermediando (Ressonante). A partir daí, com a permissão do inconsciente do Paciente sintonizado, o Terapeuta pode realizar o trabalho Terapêutico no qual o sintonizado (Paciente) estará se comunicando através do sintonizador, que está no consultório. Em resumo: é como se a pessoa sintonizada (Paciente) estivesse presente no consultório fazendo a terapia presencial, fazendo regressão e vivenciando todas as emoções com catarses etc., alcançando, assim, resultados bastante eficazes com essa tecnologia de ponta em Psicoterapia. Quanto ao Paciente, nada sabe, porque todo processo é realizado em nível inconsciente, que, aos poucos, vai vindo à sua consciência.

É uma técnica indicada para trabalhar terapeuticamente à distância, mas que também pode ser trabalhada com a pessoa presente, pessoas em coma, crianças, recém-nascidos, idosos convalescentes, pessoas com baixa capacidade de cognição ou com dificuldade de locomoção, entre outros. Ou seja, é, também, utilizada quando a Terapia feita presencial não apresenta resultados satisfatórios. Usando a Ressonância, estabelece-se uma interação e uma retroalimentação de informações e catarses (expurgações) de cargas emocionais conflituosas, com resultados terapêuticos bastante eficazes. Vale ressaltar que a Ressonância só acontece com a permissão do inconsciente do Paciente a ser terapeutizado e somente com pessoas encarnadas, porque possuem cérebro. Sugerimos que a Técnica da Ressonância seja associada à PDI (Parceria Direta com o Inconsciente), para maior segurança e resultados mais eficazes. Na PDI, o Inconsciente do Paciente é o Psicoterapeuta. O Terapeuta físico é apenas seu auxiliar, uma vez que nosso inconsciente sabe muito mais sobre o Paciente do que ele próprio e também o Terapeuta. Além do mais, ele sabe orientar o próprio Terapeuta sobre o que fazer e o que é melhor para o paciente.

NOTA 1: a Técnica da Ressonância Pessoal Psicoterapêutica® trabalha com ondas cerebrais de pessoas encarnadas. NÃO é indicada para trabalhar com desencarnados, pois estes não possuem cérebro e isso foge da proposta e da ética pela qual a Técnica foi criada!

NOTA 2: a dinâmica da Técnica acontece entre o Terapeuta e o inconsciente do Ressonante (Intermediário). O inconsciente do Ressonado executa os comandos do Terapeuta em parceria com o inconsciente do Ressonante, cabendo ao inconsciente do Ressonado (Paciente) executar ou não o que está sendo solicitado.

Tanto a Ressonância Pessoal Psicoterapêutica® quanto a PDI (Parceria Direta com o Inconsciente®), além da DBC (Dessensibilização Breve de Conflitos®), são técnicas criadas e desenvolvidas pelo Psicanalista Graduado em Psicologia, Prof. Doutor Idalino Almeida, na década de 90, como forma de preencher uma lacuna existente em consultório e diante da necessidade de resolver determinados casos que, até então, as terapias convencionais não se apresentavam eficazes.

Essas três técnicas estão presentes no livro “Terapia Regressiva – Técnicas Psicoterapêuticas Complementares”, com Edição ESGOTADA.

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